Caros conphrades,
É altura de dinamizar este blogue e fazer rentabilizar as 2h que o confrade Vianna C. dispensou de um dos seus sagrados sábados. Assim, e porque o empreendedorismo está em voga vou sugerir uma ideia de negócio.
Pois bem, os nossos encontros também servem para isto e como tal, com base no último sugiro que o financiamento da Conphraria do Rosado deveria ser realizado através do investimento no negócio das carnes... No caso, pôr porcas à assar!!!
A procura das melhores carnes, bem como a sua experimentação ficaria a nosso cargo, no entanto, a única forma de rentabilizar este negócio passaria pelo outsourcing no que respeita ao espeto.
Fico a aguardar que algum de vós faça um estudo de viabilidade deste projecto.
Sempre a considerá-los,
D'Azevedo P.
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1 comentário:
Alvíssaras caro Comphrade! Mas que bela ideia. Nem a propósito, acabo de ler os primeiros capítulos de um livro muito interessante, de António Câmara, co-fundador da YDreams ("Voando com os pés na terra") e estes versam sobretudo sobre inovação e o papel das universidades. É introduzido um modelo de um professor do MIT, Philip Greenspun, aplicável aos negócios digitais mas que poderemos adaptar às nossas empreitadas. Basicamente o modelo, chamado de "Ars Digita Layer Cake", defende que os negócios digitais deverão ser (e passo a citar) "visualizados como uma sucessão de camadas:
a) ideias para novos produtos, serviços ou modelos de negócio;
b) financiamento, gestão e marketing;
c) conteúdos;
d) desenho de interfaces;
e) suporte tecnológico (aplicações, sistemas de informação, sistemas operativos, telecomunicações, energia)"
Se puxarmos pela cabeça, comphrades, veremos que conseguimos aplicar esta simples "síntese de acção" (aqui é já este vosso Comphrade a criar conceitos) a todas as nossas actividades.
Mas cinjamo-nos, para já, a esta que se me assiste comentar. Colocar Porcas a Assar (CPaA) não é um produto/serviço novo. Mas não é por isso que a inovação não possa ser feita. Apelo aqui, a quem conheça, ao caso de estudo "H3". Esta empresa tem como negócio a venda de hamburguers. Só isto. Não os inventou mas acrescentou "algo": a colagem ao rótulo de "gourmet" (novo e interessante conceito que uma vez mais este vosso comphrade apresenta, pois normalmente o rótulo cola-se no objecto e não é o objecto que se cola ao rótulo... mas é tudo uma questão de perspectiva não é verdade?). Se há uns anos me viessem dizer: "Pessoal.. e se fizermos uma empresa que venda hamburguers gourmet?" eu naquele exacto momento pregaria um par de estalos ao infeliz mentor dessa "ideia ridícula". E hoje o sucesso dessa "ideia ridícula" é enorme.
Uma das vias da ideia "CPaA" poderá ser mesmo essa: a colagem a um "rótulo" que, de resto, é para vós mais do que evidente: um estilo de vida superior, uma elite, que tem como principal visão o progresso económico e social deste nosso Portugal e que acredita que o mesmo poderá ser conseguido potenciando as suas tradições, o ser genuinamente Português, e não à custa da sua queda! Outras estratégias poderão advir de vossas brilhantes mentes mas para efeitos de simplificação consideraremos para já esta. Seguindo então o modelo de Philip Greenspun:
a) Ideia: CPaA
b) Financiamento, gestão e marketing: realização de plano de negócios com a elaboração de diversos cenários: 1) restauração convencional (criada por nós ou por terceiros); 2) restauração em centros comerciais (à imagem da "H3"); 3) criação industrial de electrodoméstico "CPaA você mesmo, em sua casa" - e aqui poderíamos conseguir associar-nos à marcar Xpress da Unicer: "CPaA e beba uns finos"; 4) criação de site na internet em que o cliente pode "adqurir" uma porca e, mediante um pagamento mensal, nós tratamos dela (comida e veterinário) e ainda permitimos o acompanhamento 24h por dia via sreaming de video através da internet em tempo real - quando chegasse o momento de CPaA trataríamos de tudo, no local a designar pelo Cliente.
c) A parte realmente inovadora. Como transmitir a ideia de "quem CPaA pertence a uma elite: é Português"? Podemos por exemplo fazer anúncios em que mostramos os nossos grandes navegadores a CPaA nos navios)
d) adaptar a "c)" mediante o cenário determinado em "b)"
e) adaptar a "c)" e "d)" mediante o cenário deter em "b)"
Bem, Comphrades, fica aqui o meu contributo perante a excelente ideia do Comphrade D'Azevedo P. Sugiro agora a criação de equipas de tarefas ("task teams").
Antes de me despedir apelo a outra ideia, a meu ver ainda mais brilhante e que provavelmente o Comphrade D'Azevedo P. nem se apercebeu do seu lançamento, que é a de fazer deste blogue um tanque de pensamentos ("think tank"), uma incubadora de ideias, que nos assista a todos na perseguição do objectivo último da Comphraria do Rosado: "Por um Portvgal Maior!"
Sempre a considerá-los, Comphrades
Vianna C.
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